Marcus Brandão ressaltou que “rompimento” nunca fez parte de sua forma de conduzir a vida, que, segundo ele, é pautada pela conciliação, lealdade e trabalho. No entanto, revelou que tem sido alvo de “ameaças e torturas psicológicas” e que eleição deve ser decidida por votos, e não por “golpes”.
— Eleição se faz com votos. Votos resultam do que se faz de avanços e melhoria da qualidade de vida das pessoas. Golpes, jamais — afirmou.
O dirigente reforçou que defende “a luz da verdade” e “o prevalecimento dos fatos”, destacando que “democracia requer justiça” e que esta “não admite deturpação, chantagem, achaque e amedrontamento”. Marcus Brandão encerrou pedindo proteção divina diante da situação.














