“Superman” é uma ótima adaptação de quadrinhos. É bobo, um tanto previsível e até meio burrinho, mas é também colorido e otimista como as melhores histórias do herói nos gibis.
O filme que estreia nesta quinta-feira (10) no Brasil é ainda um ótimo primeiro passo para o novo universo cinematográfico da DC – certamente muito melhor que o tom sombrio ditado pelo sucesso da trilogia de Christopher Nolan e abusado por Zack Snyder em suas obras.
Apesar de seus muitos problemas, o “Superman” do diretor e roteirista (e novo copresidente do estúdio da editora) James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) revigora o gênero por explorar um conceito meio esquecido – no caso, um herói que de fato se preocupa em salvar pessoas.
Ok, ajuda que este herói em específico seja exageradamente poderoso. Sem humanos (e esquilos e cachorros) frágeis ao redor, ele é basicamente invencível.
Porém, esta versão do personagem supera uma quantidade exorbitante de diálogos expositivos – que existem apenas para explicar conceitos ao público – e situações inexplicáveis mais com otimismo do que com superforça ou visão de calor.










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